No GNUGRAF - IV encontro de criação gráfica com software livre - http://gnugraf.org/, realizado no dia 10 de setembro 2010, no Rio de Janeiro, participei desta oficina de edição de vídeos com OpenShot que é um programa fantástico, fácil de usar e livre. Compartilho com vocês algumas dicas do oficineiro Sergio Graça, grande figura, ativista do movimento pelo uso de software livre.
OS FORMATOS DE VÍDEO
Para trabalhar com openshot em todos os formatos de vídeo é importante baixar w32 codec, que pode ser encontrado aqui: http://www.baixaki.com.br/ site/dwnld57605.htm
O melhor formato para exportar os vídeos é o wob (qualidade alta), ou flv(comumente usada no youtube). Para celular tem uma versão específica 3GP, que funciona na maioria dos celulares. O melhor formato para salvar é 720 X 480 DV NTSC / 4.3 pra ficar bom de visualizar em widescreen ou monitor antigo.
ÁUDIO: MELHOR EDITAR EM SOFTWARE ESPECÍFICO
Em relação ao áudio, melhor usar software de edição de áudio e depois levar pro openshot. O Audacity e o Ardor são bons programas open source de edição de áudio. Também são fáceis de usar e pode-se encontrar muitos tutoriais na internet.
No caso de falta de sincronia entre áudio e vídeo, uma forma fácil de resolver é usar o recurso de duplicar trilha, tirar o vídeo de uma e o som do outra, deslocar até sincronizar imagem e áudio, depois é só exportar.
TRABALHANDO COM VÁRIAS TRILHAS
No OpenShot pode-se trabalhar com várias trilhas que são organizadas e sobrepostas, melhorando o resultado da edição de efeitos e transições. Uma dica do Sergio é a de usar-se pelo menos duas trilhas. A trilha 1 fica abaixo, as demais vão sendo sobrepostas, a que aparece é a que estiver mais acima.
Nas propriedades da trilha é possível definir tamanho, transparência e outras opções que melhoram a aplicação de efeitos.
Na versão 1.3.0 (mais atual) tem o recurso de adicionar vários arquivos às trilhas, definindo previamente qual a trilha, que transições serão usadas. E um bom recurso para montagem de apresentação de fotos, por exemplo, de forma rápida e prática.
LEGENDAS E LINGUAGEM DE SINAIS
Pode-se criar as legendas com a opção título. O que é mais bacana é que pode ser editado arquivo svg (do inkscape), o sistema é integrado. Na nova versão pode-se usar blender, também de forma integrada.
Uma das possibilidades da edição de efeitos é a de sobrepor vídeo reduzido em 50% do tamanho, assim a tradução em linguagem de sinais garante a inclusão de portadores de necessidades especiais.
Outras dicas:
Na distro VR Livre, que foi criada a partir do Debian, já está incluído o openshot.
Outro software que pode ser usado na edição de vídeo é o Imagination, um software para animação, rápido e prático, parecido com power point, mas com qualidade superior. Pode ser levado para dentro do openshot. Salva em tamanho pequeno.
Outro programa de animação indicado é o scratsh http://muitomais.wordpress. com/2008/01/13/recursos- scratch-em-lingua-portuguesa/
Link para acessar vários Tutoriais
http://www.iaesmevr.org/ tutoriais/
OS FORMATOS DE VÍDEO
Para trabalhar com openshot em todos os formatos de vídeo é importante baixar w32 codec, que pode ser encontrado aqui: http://www.baixaki.com.br/
O melhor formato para exportar os vídeos é o wob (qualidade alta), ou flv(comumente usada no youtube). Para celular tem uma versão específica 3GP, que funciona na maioria dos celulares. O melhor formato para salvar é 720 X 480 DV NTSC / 4.3 pra ficar bom de visualizar em widescreen ou monitor antigo.
ÁUDIO: MELHOR EDITAR EM SOFTWARE ESPECÍFICO
Em relação ao áudio, melhor usar software de edição de áudio e depois levar pro openshot. O Audacity e o Ardor são bons programas open source de edição de áudio. Também são fáceis de usar e pode-se encontrar muitos tutoriais na internet.
No caso de falta de sincronia entre áudio e vídeo, uma forma fácil de resolver é usar o recurso de duplicar trilha, tirar o vídeo de uma e o som do outra, deslocar até sincronizar imagem e áudio, depois é só exportar.
TRABALHANDO COM VÁRIAS TRILHAS
No OpenShot pode-se trabalhar com várias trilhas que são organizadas e sobrepostas, melhorando o resultado da edição de efeitos e transições. Uma dica do Sergio é a de usar-se pelo menos duas trilhas. A trilha 1 fica abaixo, as demais vão sendo sobrepostas, a que aparece é a que estiver mais acima.
Nas propriedades da trilha é possível definir tamanho, transparência e outras opções que melhoram a aplicação de efeitos.
Na versão 1.3.0 (mais atual) tem o recurso de adicionar vários arquivos às trilhas, definindo previamente qual a trilha, que transições serão usadas. E um bom recurso para montagem de apresentação de fotos, por exemplo, de forma rápida e prática.
LEGENDAS E LINGUAGEM DE SINAIS
Pode-se criar as legendas com a opção título. O que é mais bacana é que pode ser editado arquivo svg (do inkscape), o sistema é integrado. Na nova versão pode-se usar blender, também de forma integrada.
Uma das possibilidades da edição de efeitos é a de sobrepor vídeo reduzido em 50% do tamanho, assim a tradução em linguagem de sinais garante a inclusão de portadores de necessidades especiais.
Outras dicas:
Na distro VR Livre, que foi criada a partir do Debian, já está incluído o openshot.
Outro software que pode ser usado na edição de vídeo é o Imagination, um software para animação, rápido e prático, parecido com power point, mas com qualidade superior. Pode ser levado para dentro do openshot. Salva em tamanho pequeno.
Outro programa de animação indicado é o scratsh http://muitomais.wordpress.
Link para acessar vários Tutoriais
http://www.iaesmevr.org/
Sergio Graça é Coordenador do NTM de Volta Redonda; Desenvolvedor do Projeto GNU/Linux VRlivre; Administrador da Comunidade Linux Educacional no Portal do Software Público Brasileiro; Administrador do Portal IAESMEVR; Técnico de Informática SMEVR; Coordenador Técnico do Programa de Informática Aplicada à Educação de Volta Redonda; Colaborador do MEC ministrando oficinas do Linux Educacional.

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